Editorial

 

Tatiana Bruzzi - editora tatibruzzi@yahoo.com.br  

 

Recordar é viver

Olá,

desde o começo de nosso recesso pensei em como essa edição teria um gostinho especial. Queria poder fazer uma junção dos meses (julho/agosto) e assim não deixar passar nada que estivesse em evidência durante esse período.

Hoje, terminado o editorial, que na verdade representa a última coisa que faço. Ou seja, é aquele que marca + uma edição nossa na web, espero termos acertado nas escolhas das pautas, produções das matérias... Principalmente por darmos um jeitinho “espetaculosas” em assuntos que, podem não ser tão atuais assim, mas valem a pena ser contados, lembrados e recordados. Vamos lá?!

            Primeiro o dever, depois o prazer. Seguindo essa temática e sem muito blábláblá, a primeira matéria do nosso blog vem com Roberta Marassi. O assunto, Gripe Suína, ou Influenza A, ou H1N1... Entenda mais em  mexa-se.

            Você acompanhou as aventuras de Carolina Andrade pela Europa, certo? Agora, nossa correspondente traz um roteiro de dicas para quem deseja, assim como ela, se aventurar em países estrangeiros. Seja você também um intercambista, na seção turismo de Cult essa ideia.

            Ano passado o Espetaculosas relembrou o ano de 68, destacando a influência dessa época em relação às questões políticas. O ano de 69 também representa muito para nossa história, já que dois eventos importantes aconteceram na mesma época. A suposta chegada do homem à Lua e o Festival de Woodstock. Em comemoração aos 40 anos dessas datas, preparamos um mini especial 69.  

            - Roseane Marrasi, nossa consultora de moda, dá dicas do estilo hippie, cada vez mais atual. Em Prêt – à – Pôrter.

            - Já Fernanda Barbosa pergunta: o homem pisou ou não na lua? Confira em Cult essa ideia, seção cultura.           

            - E ainda, Maria Oliveira relembra o movimento “Paz e Amor”, de Woodstock. Em ah, fala sério           

           

            Dando continuidade a junção das edições, uma data não poderia deixar de ser lembrada. O dia mundial do Rock. Em homenagem a todos os fãs do bom e velho Rock 'n' Roll, eu relembro as principais personalidades da música que nos deixaram muito cedo. E mais, ainda revelo a maldição dos 27. Você sabe do que se trata? Descubra, em Perfil.     

 

Não deixe de ler agora a coluna da Juju, que também presta uma homenagem ao Rock. Entre já!

 

Bjs e até a próxima!

 

Taty Bruzzi – Editora

 

P.S 1. Não se esqueça de deixar seu recado no blog e entrar em nossa comunidade, no Orkut – http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=45603760   

P.S 2. Siga-nos no Twitter - www.twitter.com/Espetaculosas  

P.S.3. Assim como todos os brasileiros, ainda estamos nos adaptando à nova reforma ortográfica. Sendo assim, peço desculpas caso algum erro tenha passado despercebido.

Histórinhas da Juju

 

 

Longa vida ao Rock 'n' Roll

 

 

 

O Rock 'n' Roll velho de guerra... Nada melhor que ele. E nenhuma expressão é melhor que essa para elaborar uma metáfora; veja bem: numa guerra vidas jovens são perdidas em prol de um bem maior, assim como no mundo das artes. Jovens gênios talentosos abdicam de sua vida, sanidade e alegria, para nos oferecer o que há de melhor: as músicas que transformam nossa vida.

Exemplos não faltam, passando desde Janis Joplin, Jimi Hendrix, Kurt Cobain até os meus mais que queridos John Lennon e George Harrison (esse nem tão jovem, eu admito).
            Não que seja uma metáfora ruim, já que foi a vida que eles quiseram. A fama e o reconhecimento foram dádivas recebidas. E as coisas simplesmente acontecem... Eles pelo menos foram exemplos de existências breves, mas cheias de significado e extremamente importantes para milhões de outras.

Até mesmo a tristeza gerada por suas perdas é algo digno de louvor, afinal, que soldado não gostaria de receber o maior número de homenagens no pós morte? Ainda mais vindas anos depois, de gerações futuras ao seu tempo, tendo seus feitos e palavras ouvidos e passados como lições, hinos, ou até mesmo como um ombro amigo em momentos difíceis?

Esses foram bravos e representam outros grandes nomes, infelizmente tirados cedo demais de nós. Mas quem sabe não seria por uma imagem mais forte, uma idolatria mais ferrenha? Tudo que sei é que agradeço a eles e a tantos outros, por nos dar o tão amado Rock.

Valeu, gente!

 

Juju.

 
 

Saúde: Influenza A – H1N1

 

  Roberta Marassi - Redatora robertamarassi@yahoo.com.br     

 

O surgimento e aumento nos casos da nova gripe têm deixado a população apreensiva. Tal apavoramento acaba levando as pessoas a se confundirem em relação aos sintomas da gripe suína. Às vexes, basta uma tosse para os mais apavorados procurarem às salas de emergências hospitalares. O que não é recomendado, já que além de contribuir para uma superlotação, o que acaba atrasando o atendimento, o aconselhável é evitar aglomeração de pessoas.

O inverno é a época em que gripes e resfriados se tornam freqüentes, por conta das baixas temperaturas e aumento na umidade do ar. É por isso que alguns médicos procuram listar indícios que podem nos ajudar a identificar o tipo de gripe, evitando assim conclusões precipitadas.  

Sendo assim, destaquei os principais sintomas das gripes, comum e suína, para que você possa ter uma ideia das diferenças entre ambas. E ainda, confira também alguns links com mais informações sobre a Gripe A. 

 

Principais Sintomas

 

Gripe Comum:

 

- Febre abaixo de 38%

- Dor de cabeça leve

- Fraqueza

- Suor e calafrio esporádico

- Catarro e congestão nasal

- Espirros

- Tosse menos intensa

- Dores musculares, principalmente nas costas

- Dor de garganta acentuada

- Coriza

 

Gripe Suína:

 

- Febre repentina acima de 39%

- Dor de cabeça intensa

- Dores musculares e nas articulações

- Dor de garganta e ardor nos olhos

- Calafrios

- Vômito e diarréia

- Falta de ar

- Falta de apetite

- Tosse seca e contínua

- Coriza 

  

Leia também:

Saiba como é o contágio da doença 

Entenda as fases da pandemia


Quiz: O que é gripe suína?

 
 

Turismo: Vivendo no exterior

 

 Carolina Andrade - Redatora  carol_andrade@hotmail.com 

 

Como professora de inglês, sempre que posso digo aos meus alunos como é importante ter uma vivência, mesmo que pequena, fora dos limites de nosso país. Não digo isso somente pela experiência de praticar o idioma que se está aprendendo. Mas, pela possibilidade de conhecer uma cultura diferente.

Quando se faz uma viagem para fora do Brasil, crescemos e amadurecemos. Primeiro pelo fato de estar longe das asas da família, segundo porque, se bem aproveitada, adquirimos muito conhecimento e voltamos com muita história pra contar.

Mas antes de viajar, é preciso tomar alguns cuidados. Ter mente aberta. Entender que você não está no seu país, as regras serão diferentes e você terá que obedecê-las. Saber, de antemão, o que pode e não pode fazer no lugar onde você está indo é muito importante. Muitas pessoas são mandadas de volta de programas de intercâmbio, justamente por não cumprirem regras bobas como não beber cerveja na rua, ou ter hora certa para voltar pra casa.

Tem que ter pique, pois a rotina do programa é puxada. Não tem moleza! Por isso, alguns programas de intercâmbio limitam a idade do intercambista para até 26 anos. Tem cursos com aulas durante todo o dia, todos os dias da semana. E ainda, existe um número fechado para faltas. Se não cumprir as regras, você volta sem o seu diploma.

Escolher um programa de intercâmbio é mais seguro do que viajar por conta própria. A não ser que você tenha amigos ou família vivendo no exterior. Hoje em dia existem milhares de possibilidade de estudo e trabalho fora do Brasil. Converse com os amigos, veja se eles indicam alguma agência que já tenham conhecimento. Escolher qualquer agência que anuncia um preço barato na internet também não é uma boa idéia. Geralmente as agências bem conceituadas promovem encontros no Brasil antes de viajar. Assim, você tem a oportunidade de conhecer o grupo de pessoas com quem viajará.

 

 

 

Esteja atento aos detalhes e procure saber tudo sobre sua viagem, antes de chegar lá. Pergunte sempre que tiver dúvidas. Não deixe de saber sobre as condições de moradia. Se for morar com família, procure ter fotos deles, saber como são e vivem. Se informe sobre o lugar onde vai morar, das opções de lazer, plano de saúde, enfim, mantenha-se informado.

E uma dica: mantenha a sua família, aqui no Brasil, informada de tudo o que está fazendo. Qualquer problema que aconteça, eles saberão onde você está, qual seu endereço ou telefone de contato.

Se você escolher um programa de trabalho, não se iluda. A maioria das oportunidades no exterior são subempregos. Você vai ser atendente de Mc Donald’s, diarista de hotel, garçonete de restaurante, babá de crianças. Dificilmente haverá propostas de trabalho com grandes chances de fazer carreira. Mas, isso não quer dizer que você possa ser destratado pelos empregadores ou ter péssimas condições de trabalho. Qualquer problema você deve comunicar a agência de intercâmbio, pois eles têm a obrigação de acompanhar o intercambista.  

 

Programas diferenciados

 

Já existem hoje programas que não só oferecem os empregos básicos, mas também oportunidades de se divertir enquanto trabalha. É o caso do programa de intercâmbio feito na Disney, em Orlando. Lá são abertas vagas de assistentes, vendedores, mantenedores e até para os próprios personagens do parque.

Existem também os programas em cruzeiros, para aqueles que gostam do mar e não ligam de dormir em cabines apertadas. O programa mais curioso que já vi, foi seleção de voluntários para cuidar de leões na África do Sul.

O preço desses intercâmbios varia muito. Depende do destino, do seu objetivo (trabalho ou estudo), se você vai ficar em casa de família ou em hotel, do tempo de estadia (4, 6 ou 12 meses). Mas as agências parcelam e fazem de tudo para não perder o cliente.

Os destinos mais procurados hoje em dia são: Estados Unidos, Canadá, Austrália e Londres. Todos os países de língua inglesa. No entanto, é importante ressaltar que o idioma é diferente de um lugar para o outro.  

Uma última dica. A maioria dos programas hoje beneficia os universitários. Os programas de férias, que duram geralmente 4 meses, só podem ser feitos por aqueles que estão no meio do curso superior.

 
 

A moda que veio de 69

 

  Roseane Marassi - Consultora de Moda freakzinha@hotmail.com

 

            Em homenagem aos 40 anos do Festival de Woodstock, esse mês aproveito o espaço da minha coluna para dar dicas de roupas e acessórios que, apesar da idade avançada, continuam fazendo a cabeça de muita gente. Além disso, que mal há em estar com a idade da loba? 

 

 Batas e chinelas - ideiais para o verão. Brincos argola, tirinhas e conto em couro trançado, completam o visual. 

 

Óculos redondos e/ou retangulares com lentes coloridas, muitas flores, pulseiras e colares de contas, e ainda, camisetas coloridas, pintadas a mão- características da época em que se pregava o a paz e o amor. 

 
 

“A lua e eeeu...”

 

 Fernanda Barbosa - redatora nandarj73@yahoo.com.br

 

Não. Esta matéria, leitores atentos e antiguinhos, não se trata de uma homenagem ao cantor Cassiano (alguém se lembra dele?) criador de um sucesso relativo na década de 70 e  início de 80, cujo o tema entoava com muita melancolia: “mais um ano se passou, e nem sequer ouvi falar seu nome...” (tem gente de quem eu, particularmente, preferia não ouvir falar nunca mais... Mas eu não sou surda, graças ao Pai, né?).

Esta matéria é exatamente para comemorar (?) – “espetaculosaus” quae sera tamem - algo como Espetaculosas ainda que tardia! - a chegada do homem (norte-americano) na Lua. Pois é! Eles chegaram lá em 20 de julho de 1969. Não necessariamente nesta ordem. Ou não?  

 

 

 

 

 

Se eu tenho algum (!!!) leitor assíduo e que por acaso acompanha minhas matérias pretensiosamente cínicas e genuinamente mordazes, percebeu que sou um Edmundo. Explico. Existe uma crônica de Cecília Meirelles – salve mentora!- intitulada “Edmundo, o céptico”, onde o personagem principal, desde criancinha travessa, era um céptico.

Para quem não é muito hábil com esta língua portuguesa manjada, reformada e coroinha, não confunda “céptico” com aquela coisa horrenda que acontece com gente sadia que entra de pé quebrado no Getúlio Vargas e sai na gaveta pro IML – septicemia, infecção generalizada. Os cépticos (prefiro a grafia tradicional, sou uma boêmia que respeita a velha guarda) são pessoas que querem “ver para crer”, os tradicionais e populares São Tomés da vida, que não acreditam em qualquer ladainha, em qualquer “manga com leite”, em qualquer “o FH e o Collor derrubaram o Brasil”- se o presidente de vocês lesse (?) isto diria “Respeite a história política do Collor!” tal qual fez com seu amigo de infância Sarney...

Enfim, os Edmundos não aceitam tudo muito facilmente. E já que me pediram para falar sobre esta data histórica (!!!), cocei a cabeça e descobri mais um tema onde impera o Edmundo, não a Fernanda escritora.

Vamos aos fatos. A História, que é ciência e lida com fatos (muito embora, depois de 14 anos de formada na área e de exercício pleno da cidadania histórica, eu saiba que fatos são meros detalhes a serem manipulados, ocultados, contorcidos, distorcidos, ou apresentados da maneira que convém) e os fatos contam que nesta data, posterior a uma missão lunar enviada em 1968, intitulada de missão APOLO VIII, Buzz Aldrin, Michael Collins e Neil Armstrong (o cara que pisou na bola que é a Lua, parece) na missão batizada APOLO 11 chegaram, enfim, em solo Lunar, feito que seu antecessor e antagonista (ahn, tinha a Guerra Fria, mas me recuso a explicar, pergunta pro Dr. Google), o russo Yuri Gagarin (este sim, um cara que eu tenho certeza de sua chegada bem perto da Lua, até porquê – História, fatos – é registrado que ele ejetou seu banco antes de sair da órbita lunar e reentrar na órbita terrestre, ou seja, preferia mil vezes viver no mundo da Lua, sacou?) tinha iniciado em 1961.  

 

 

 

Pois bem. Se você, respeitado leitor meu, além de minha chefa, lê a cada mês estas prolixidades que escrevo, e já perguntou para o Dr. acima citado o que foi Guerra Fria, vai entender meu cepticismo .   

Entre outras coisas, há a rivalidade norte-americana. De acordo com o que se constata na história recente dos EUA/USA (repararam? Até a sigla desfavorece, o país é narcisista e abUSAdo em inglês e em português...), os estadunidenses mentem. E muito. Não tanto seu povo, que acredita em muita coisa e ainda se alista para ir às guerras que o país impõe a terceiros, como quem vai às compras daquela preciosa bolsa Chanel, que está em liquidação e precisa ser comprada antes que a cafona da sua vizinha compre a última peça. Mas, todos aqueles que possuem investimentos no país ou estão em franca atividade na política mundial (por que, vamu combiná(sic), se você é político naquelas terras que são um país perto do Canadá a projeção da sua imagem é maior no planeta do que a daquela atriz globense, quando arruma um novo filho para criar e sustentar).

            Então, uma mentirinha a mais, uma mentirinha a menos, dentro do contexto tenso da Guerra Fria – putz, ainda rolava a Guerra do Vietnã, onde aquele povinho baixa renda daquela terra cheia de bombas subterrâneas e armadilhas de bambu, “tava” aplicando a maior surra nos soldados paz & amor da terra do Tio Sam, que estavam armados até os dentes siso (mas que não indicavam o juízo daquela gente fardada) e este tipo de notícia não era exatamente aquela com que o governo americano contava para amedrontar o resto do mundo – era perfeitamente admissível para tornar as coisas mais seguras aos EUA, além de atrair parceiros e investidores de todas as partes do mundo interessados em dominar o espaço Lunar.

 

Ela é linda...

 

Eu, particularmente, sou uma criatura lunar, vivendo entre estranhos seres que apreciam sol, sal e frutos do mar com barba... Mas não sei não. David Bowie e diversos outros artistas cantaram a Lua de modos diversos (Bowie se destacou por ser o cara que escreveu a enigmática “Starman”, em homenagem aos homens que pisaram na Lua – aqui. A versão é “Astronauta de mármore”, do grupo gaúcho Nenhum de Nós. Aquele que foi uma espécie de Los Hermanos de sua época, já que ninguém aguentava mais sua “Camila-aaaa”, igual a... você - sabe - quem).

Eu não sou das que acreditam piamente que nunca se chegou à Lua, mas que houve uma data posterior àquela que foi divulgada para a história mundial, ahn, isto houve sim. Existe um site, como tantos outros, que expõe algumas incongruências nos fatos e fotos. Ah, você pode estar pensando, e você, Fernanda, tão crítica e espertinha acredita em tanta coisa que nestes sites demonstra ser apenas um movimento de resistência partidário-esquerdista-vernelhista-reacionário-espinhento- adolecencista de uns vários... Tá bom, mas lê aí, http://www.afraudedoseculo.com.br/, e procura outros similares que você vai se dar o que conhecemos como o “privilégio da dúvida”, ou, em termo jurídico preferido de uma ávida fã de séries como Law and Order, “dúvida razoável”. Não me peçam mais detalhes de inconstâncias, pois esta singela matéria já extrapolou mil palavras, para minha chefa editar será um sufoco daqueles...

Então, o que importa, para mim, é que sempre será “a lua e nós...”, e se é para celebrar alguma data ligada a ela... Celebremos!  

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